O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom mais uma vez e fez declarações contundentes sobre o andamento do conflito no Oriente Médio. Em uma entrevista telefônica exclusiva de nove minutos concedida à rede CNN na manhã de segunda-feira (2), o mandatário norte-americano celebrou os resultados iniciais da ofensiva contra o Irã e deixou um alerta sombrio para os próximos dias: a verdadeira força militar americana ainda não foi totalmente desencadeada.
Sem meias palavras, Trump utilizou um vocabulário direto para descrever a superioridade bélica de Washington sobre as forças iranianas. “Estamos dando uma surra neles. Ninguém nunca viu um poder de fogo tão preciso e avassalador em tão pouco tempo”, declarou o presidente durante a ligação. A fala refere-se aos intensos bombardeios que, nos últimos dias, aniquilaram bases de lançamento de mísseis, desarticularam centros de comando da Guarda Revolucionária Islâmica e neutralizaram as principais lideranças do país persa.
A “Grande Onda” e o Futuro do Conflito
O ponto de maior tensão da entrevista para a imprensa americana, no entanto, foi o aviso de que o pior ainda aguarda o regime de Teerã. Trump revelou que as ações militares realizadas até o momento são apenas a fase inicial da estratégia traçada pelo Pentágono. Segundo o líder norte-americano, uma “grande onda” de ataques está sendo preparada e será executada caso as autoridades iranianas remanescentes não se rendam de forma incondicional.
Especialistas e analistas militares apontam que essa “grande onda” citada pelo presidente pode envolver o uso contínuo de bombardeiros estratégicos furtivos, como o B-2 Spirit, operando de forma ininterrupta, além de ataques cibernéticos em massa desenhados para desligar completamente a matriz energética e de comunicações do país. Essa tática inviabilizaria qualquer capacidade residual de contra-ataque.
A declaração cai como uma bomba nos bastidores da diplomacia internacional. Enquanto as Nações Unidas (ONU) e países aliados da Europa tentam desesperadamente costurar um cessar-fogo para evitar uma catástrofe humanitária maior e uma crise energética sem precedentes, a postura da Casa Branca indica que não haverá recuo. O Portal F7 apurou que o Comando Central dos EUA (CENTCOM) reposicionou mais ativos navais para o Golfo Pérsico nas últimas 24 horas, confirmando que a logística para a prometida grande onda militar já está em posição. O mundo aguarda em alerta máximo.