Jornal Nacional promete cobertura especial da Copa do Mundo de 2026

Telejornal deve intensificar reportagens e entradas ao vivo durante o torneio nos EUA, México e Canadá.

Por
f7
Foto: Renata Vasconcellos e Cesar Tralli

O Jornal Nacional, principal telejornal da TV Globo, deve colocar a Copa do Mundo de 2026 no centro da sua programação jornalística durante o período do torneio, marcado para acontecer de 11 de junho a 19 de julho, com partidas disputadas nos Estados Unidos, no México e no Canadá. O planejamento, segundo informações já divulgadas sobre a estratégia do jornalismo da emissora para 2026, é ampliar a presença do evento nos telejornais e em conteúdos especiais, acompanhando os bastidores, a preparação das seleções e os principais acontecimentos dentro e fora de campo.

A edição de 2026 será a maior da história das Copas em número de participantes e jogos. Com o novo formato, serão 48 seleções, 16 cidades sede e 104 partidas ao longo de pouco mais de cinco semanas, o que aumenta naturalmente o volume de histórias, deslocamentos e temas paralelos que costumam entrar no radar do noticiário, como segurança, logística, turismo, grandes eventos públicos e impacto econômico nas cidades anfitriãs. A própria FIFA apresenta o cronograma oficial com início em 11 de junho e final em 19 de julho, data da decisão do torneio.

Dentro desse cenário, a Globo já sinalizou que pretende trabalhar a Copa como prioridade editorial em 2026, com cobertura multiplataforma. Em material institucional publicado pela empresa, é citado que todos os telejornais devem exibir séries especiais e que, durante a Copa, o Jornal Nacional terá estrutura montada em um dos países sede para ancoragem e entradas relacionadas ao evento.

A expectativa em torno do Jornal Nacional também envolve a bancada do telejornal. A Globo anunciou que Renata Vasconcellos e César Tralli formariam a dupla fixa do JN a partir de 2026, o que coloca os dois jornalistas no centro da condução do noticiário justamente no ano em que o Brasil deve viver uma combinação de Copa do Mundo e calendário político movimentado.

Além do noticiário esportivo em si, a Copa de 2026 tende a gerar fatos que extrapolam o campo, e isso costuma ser um combustível forte para a pauta do Jornal Nacional. Um exemplo do tipo de discussão que já aparece nos Estados Unidos é a organização de grandes eventos públicos para transmissão dos jogos: recentemente, a Associated Press noticiou que um FanFest previsto em área simbólica próxima à Estátua da Liberdade foi cancelado, e que a estratégia passou a priorizar uma rede de fan zones e eventos comunitários espalhados por diferentes regiões. Esse tipo de ajuste logístico costuma virar tema de reportagens quando o torneio se aproxima e as cidades correm para entregar estrutura.

Com o torneio cada vez mais perto, a tendência é que a Globo detalhe mais a operação, incluindo quais cidades terão equipes fixas, como será a integração com correspondentes, e quais quadros especiais o JN deve apresentar. Até aqui, o que está confirmado de forma pública é o tamanho histórico da competição, o calendário oficial e a intenção da emissora de tratar o evento como um dos grandes focos do jornalismo em 2026.

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