Irã lança ameaça global e avisa que assassinos de Ali Khamenei não estão seguros “nem em casa”

Foto: Reprodução/ redes sociais

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A escalada da guerra no Oriente Médio atingiu um novo e sombrio patamar nesta segunda-feira (2). Após a confirmação da morte do Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, durante a massiva ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos e por Israel, o alto comando da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) emitiu uma declaração que colocou as agências de segurança do Ocidente em alerta máximo. Em um pronunciamento transmitido pela TV estatal iraniana, o regime prometeu uma vingança que ultrapassará as fronteiras do Oriente Médio, afirmando de forma categórica que os responsáveis pelo ataque não estarão seguros “nem mesmo em suas próprias casas”.

O tom da ameaça indica uma drástica mudança na estratégia de retaliação de Teerã. Até então, as respostas militares iranianas concentravam-se no lançamento de mísseis balísticos contra bases americanas na região do Golfo e no território de Israel. No entanto, o porta-voz das forças armadas do Irã deixou claro que a caçada agora será pessoal e direcionada às autoridades que planejaram e autorizaram a chamada “Operação Fúria Épica”. “O sangue do nosso Líder Supremo não será pago apenas com concreto destruído. Aqueles que deram a ordem e aqueles que apertaram o botão devem olhar por cima dos ombros todos os dias. A vingança os alcançará em seus escritórios e não estarão seguros nem em casa”, declarou o militar.

Ameaça de Células Adormecidas e Reação do Ocidente

A declaração foi imediatamente interpretada pelo Pentágono e pelo Mossad (serviço secreto israelense) como uma ameaça direta de assassinatos seletivos e uso de células terroristas adormecidas em solo ocidental. Especialistas em segurança internacional apontam que a Força Quds — a divisão de elite do Irã responsável por operações no exterior — possui uma vasta rede de agentes e simpatizantes espalhados pela Europa e pelas Américas, o que torna a ameaça altamente viável e perigosa para os alvos do regime.

Em Washington, a reação foi imediata. O Serviço Secreto dos Estados Unidos ampliou o perímetro de segurança ao redor da Casa Branca e elevou o nível de proteção pessoal do presidente Donald Trump, do alto escalão do Departamento de Defesa e de ex-militares envolvidos no planejamento estratégico do Pentágono. Em Israel, o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também passou a operar sob protocolos de segurança máxima, com deslocamentos mantidos em sigilo absoluto.

O Portal F7 apurou que diversas embaixadas dos EUA e de Israel ao redor do mundo amanheceram de portas fechadas ou operando com capacidade mínima nesta segunda-feira, temendo ataques com carros-bomba ou investidas de “lobos solitários” instigados pelo discurso iraniano. A Organização das Nações Unidas (ONU) classificou a declaração de Teerã como “extremamente inflamável” e fez um apelo desesperado para que os canais diplomáticos, agora praticamente inexistentes, sejam restabelecidos antes que o conflito se transforme em uma guerra terrorista de proporções globais.

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