O governo dos Estados Unidos elevou o nível de alerta global ao limite máximo nesta segunda-feira (2 de março de 2026). Em um comunicado dramático que evidencia a iminência de uma catástrofe regional, o Departamento de Estado americano ordenou que todos os seus cidadãos deixem o Oriente Médio imediatamente. O aviso oficial, ratificado pelo Secretário de Estado Marco Rubio e pela Secretária Adjunta de Assuntos Consulares, Mora Namdar, orienta os americanos a “partirem agora por meios comerciais devido a sérios riscos de segurança”.
A diretriz de evacuação compulsória abrange 14 nações que formam o atual epicentro do conflito: Bahrein, Egito, Irã, Iraque, Israel (incluindo Cisjordânia e Faixa de Gaza), Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iêmen. A urgência da mensagem reflete o colapso da segurança diplomática após a ofensiva de Washington e Tel Aviv que eliminou a cúpula do regime iraniano, resultando no assassinato do Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei.
Caos Aéreo e Fuga Desesperada
Apesar da ordem expressa de fuga por rotas comerciais, o Portal F7 apurou que sair do Oriente Médio tornou-se uma missão de altíssimo risco. Com a chuva de mísseis balísticos e enxames de drones iranianos cruzando os céus em retaliação, o espaço aéreo de diversos países foi forçadamente fechado. Agências de análise de aviação confirmam que mais de 13.000 voos já foram cancelados desde o início das hostilidades no fim de semana, deixando milhares de turistas, empresários e trabalhadores estrangeiros retidos em aeroportos e hotéis.
A situação atingiu um nível tão crítico que a própria infraestrutura americana virou alvo. Após o ataque direto com drones kamikazes contra a Embaixada dos EUA em Riad, na Arábia Saudita, o pânico generalizou-se. Em Amã, capital da Jordânia, funcionários da embaixada americana também precisaram abandonar o complexo às pressas devido a ameaças iminentes. Além disso, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou que pelo menos seis militares americanos perderam a vida desde o início das operações, marcando as primeiras baixas oficiais na guerra.
Sem um plano de resgate militar massivo anunciado publicamente, o governo ativou uma força-tarefa de emergência 24 horas para tentar orientar os cidadãos bloqueados. A ordem de evacuação soa como o prelúdio de uma tempestade bélica definitiva. Como o próprio presidente Donald Trump afirmou em entrevista mais cedo, a “grande onda” militar contra o Irã ainda está por vir, e os Estados Unidos precisam garantir que o menor número possível de civis americanos esteja na linha de fogo cruzado.