Uma disputa envolvendo a família da influenciadora Isabel Veloso e o viúvo dela, Lucas Borbas, ganhou repercussão nas redes sociais após comentários no Instagram sugerirem que parentes maternos estariam com dificuldades para conviver com Arthur, filho do casal, de pouco mais de um ano. As alegações circularam a partir de uma internauta que se apresentou como amiga próxima da irmã de Isabel e afirmou que a mãe e a irmã da influenciadora estariam sendo ignoradas em tentativas de contato para ver a criança.
A discussão passou a se intensificar depois que Lucas se manifestou online em publicações relacionadas ao período após a morte de Isabel e mencionou insatisfações com atitudes e comentários de terceiros. Na sequência, surgiram respostas nos comentários com críticas ao viúvo e a afirmação de que a família materna teria sido afastada do convívio do menino.
Diante da repercussão, Lucas Borbas publicou mensagens afirmando que, neste momento, a convivência do filho está restrita a ele e à família dele, descrevendo isso como uma decisão tomada por ele na condição de pai. Ao mesmo tempo, ele negou que exista uma proibição permanente e classificou como grave a acusação de que impediria o contato do menino com os avós maternos.
Em outra manifestação divulgada por sites de entretenimento, Lucas afirmou que o filho pode conviver com familiares maternos, mas condicionou isso a diálogo e respeito entre os adultos, dizendo que a prioridade é proteger a criança de ambientes marcados por brigas e tensão.
Até o momento, não há informação pública sobre decisão judicial definindo mudanças de guarda ou estabelecendo regras formais de visitação nesse episódio específico. O caso, por enquanto, segue concentrado em declarações nas redes e em publicações de veículos de imprensa sobre o tema, sem detalhamento de eventual medida na Justiça.
Isabel Veloso morreu em janeiro de 2026, aos 19 anos, após complicações relacionadas ao tratamento de um linfoma de Hodgkin. O filho do casal nasceu prematuro no fim de 2024, e a história da família já era acompanhada por grande público nas redes, o que contribui para a rápida amplificação de qualquer conflito envolvendo o menino.
Enquanto o debate segue online, especialistas lembram que situações de convivência familiar e criação de crianças pequenas costumam exigir cautela e, quando necessário, mediação adequada, justamente para preservar o bem-estar do menor e evitar exposição indevida em redes sociais.