Defesa diz que Oruam não pretende se entregar após nova ordem de prisão

Artista é considerado foragido, e advogado afirma que não há intenção de apresentação nos próximos dias; STJ citou violações reiteradas do monitoramento eletrônico

Por f7
Foto: Reprodução redes sociais

A defesa do rapper Oruam informou que o cantor não pretende se entregar nos próximos dias, mesmo após a expedição de uma nova ordem de prisão e diligências realizadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A declaração foi dada à Band, em meio à repercussão da decisão que devolveu ao caso um mandado de prisão em aberto e colocou o artista na condição de foragido.  

Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, havia deixado a prisão anteriormente e cumpria medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica. No entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a liminar que permitia a liberdade com restrições, após avaliar registros de descumprimentos relacionados ao monitoramento. Em comunicado oficial, o STJ mencionou interrupções no acompanhamento e considerou que a quantidade de falhas apontadas extrapolava um problema pontual de carregamento do equipamento.  

Com a decisão do STJ e a determinação posterior na esfera estadual, a Polícia Civil passou a realizar buscas para localizar o rapper. De acordo com a Agência Brasil, agentes chegaram a ir a um endereço ligado ao artista para cumprir o mandado, mas ele não foi encontrado. A reportagem também relata que os registros do sistema apontaram sucessivas violações das determinações judiciais e que o equipamento estaria desligado desde o último domingo mencionado no levantamento das autoridades.  

Parte das publicações recentes também registra a posição da defesa de que não teria havido desligamento proposital, atribuindo os problemas a falhas técnicas e relatando que o dispositivo chegou a ser trocado pela administração penitenciária em um momento anterior.  

Até a última atualização consultada, não havia informação oficial de apresentação espontânea do cantor, e as diligências seguiam em andamento. O caso continua sendo acompanhado pela Justiça e pelas forças de segurança, enquanto a defesa afirma que pretende recorrer e contestar a necessidade da prisão.

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