O Oriente Médio tornou-se um campo de batalha aberto neste sábado (28). Após sofrer uma ofensiva devastadora de Estados Unidos e Israel na madrugada, a República Islâmica do Irã cumpriu sua promessa de retaliação imediata. A Guarda Revolucionária Iraniana confirmou o lançamento de dezenas de mísseis balísticos e drones kamikaze contra o território de Israel e, simultaneamente, contra bases militares dos EUA espalhadas por toda a região.
As sirenes de alerta soaram em Tel Aviv, Jerusalém e no sul de Israel enquanto os sistemas de defesa antimíssil interceptavam ameaças sobre o céu das principais metrópoles. O exército israelense instruiu toda a população a permanecer em abrigos subterrâneos. No entanto, o contra-ataque mais severo foi direcionado às instalações americanas: o quartel-general da Quinta Frota dos EUA no Bahrein foi atingido, além de explosões relatadas em bases no Catar, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes Unidos.
Danos e Escalada do Conflito
O Portal F7 apurou que esta é a maior resposta militar direta do Irã contra forças ocidentais na história recente. O Ministério das Relações Exteriores de Teerã declarou que a ação é amparada pelo direito de legítima defesa após a capital iraniana ser bombardeada. Relatórios preliminares indicam que, embora muitos mísseis tenham sido interceptados, houve danos estruturais significativos em instalações logísticas americanas, enquanto hospitais em Israel começaram a transferir alas inteiras para bunkers de segurança.
A operação americana, batizada pelo Pentágono como “Epic Fury”, tinha como objetivo aniquilar a capacidade nuclear iraniana, mas a retaliação prova que o arsenal de mísseis de Teerã ainda opera com força letal. Companhias aéreas internacionais suspenderam todos os voos sobre o espaço aéreo do Golfo, que agora é considerado zona de combate ativa. O presidente Donald Trump, em nova mensagem, reafirmou que a Marinha e a indústria de mísseis do Irã serão “aniquiladas” caso a agressão não cesse, oferecendo imunidade apenas aos militares iranianos que desertarem imediatamente. A ONU convocou uma reunião de emergência para evitar que o conflito se transforme em uma guerra mundial nuclear.