Brasil atinge a maior carga tributária dos últimos vinte anos e preços disparam

O peso gigantesco dos impostos reflete diretamente no bolso do consumidor e trava a criação de novos empregos. Especialistas avaliam que o novo sistema entrará em pleno funcionamento apenas na próxima década.

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Foto : Reprodução/ redes sociais

O cenário econômico nacional acaba de registrar uma marca extremamente preocupante para absolutamente todos os cidadãos e investidores. O Brasil atingiu oficialmente a sua maior carga tributária das últimas duas décadas e acendeu um grande sinal de alerta no mercado.

Esse gigantesco peso cobrado pelo estado reflete de forma imediata e muito direta no bolso do trabalhador assalariado. Os preços dos produtos de consumo básico e das mercadorias do varejo em geral estão aumentando assustadoramente nas prateleiras dos supermercados.

Para os grandes empresários e os pequenos produtores a situação atual representa um enorme e constante desafio de sobrevivência financeira. O setor têxtil nacional é um dos grandes exemplos de como a alta tributação sufoca de forma cruel o crescimento do país.

Os donos destas movimentadas indústrias calculam que uma redução na cobrança de impostos mudaria todo o atual cenário produtivo. Com mais dinheiro em caixa seria totalmente possível aumentar a produção das fábricas e contratar milhares de novos funcionários para as linhas de montagem.

A esperança do setor produtivo e da população em geral repousa sobre a aguardada e debatida reforma do sistema de impostos. O novo modelo estrutural promete simplificar as complexas regras e trazer muito mais transparência para o confuso modelo atual.

Entre as grandes mudanças propostas pelos parlamentares estão a tributação cobrada diretamente no destino final e a criação de um imposto seletivo. A ideia central do projeto é garantir que o cidadão saiba exatamente o valor exato que está pagando de tributo em cada mercadoria que leva para casa.

No entanto os amplos benefícios reais dessa grande transformação legislativa ainda vão demorar bastante tempo para chegar ao consumidor final. A transição burocrática entre os dois modelos exige um longo período de adaptação das grandes empresas e também das secretarias de fazenda dos governos.

O conselheiro emérito da Confederação Nacional da Indústria Armando Monteiro Neto analisou publicamente este longo cronograma de mudanças estruturais. Ele afirmou de forma categórica durante uma entrevista que o novo sistema deve entrar em funcionamento total apenas nos anos de dois mil e trinta e dois ou dois mil e trinta e três.

O grande especialista do setor industrial acredita que somente a partir desta data o Brasil poderá usufruir de todos os ganhos reais e dos benefícios da simplificação. A operacionalização completa das novas leis promete destravar a economia nacional e atrair novos e volumosos investimentos internacionais para o nosso extenso território.

Enquanto essa aguardada data distante não chega os brasileiros continuam sentindo o peso diário da constante inflação e da alta carga de impostos. O grande e principal desafio atual das indústrias é conseguir manter as portas abertas e os empregos garantidos durante esta longa fase de transição econômica.

Qual o motivo principal do aumento dos preços dos produtos?

A carga tributária brasileira atingiu o seu nível mais alto dos últimos vinte anos. Esse enorme volume de impostos cobrados pelas diversas esferas do governo é repassado diretamente para o valor final das mercadorias encarecendo o custo de vida de absolutamente toda a população.

O que o novo sistema de impostos promete mudar na economia?

A nova regra tributária busca unificar as cobranças trazer uma transparência muito maior e instituir a tributação no destino. Com essas grandes alterações o setor produtivo espera reduzir a burocracia conseguir produzir mais barato e consequentemente gerar muito mais vagas de emprego.

Quando essa reforma tributária estará funcionando totalmente?

Especialistas da Confederação Nacional da Indústria projetam que os amplos benefícios e o funcionamento integral do novo modelo só serão vistos a partir do ano de dois mil e trinta e dois. Até lá o país passará por um delicado e longo período de transição e adaptação das leis.

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